
Custos e Formação de Preço no Setor Público
Estratégias, Métodos e Práticas — Coleção Autoral (PJP)
Livro 6 — Custos e Formação de Preço no Setor Público
- Leia o capítulo e marque conceitos.
- Faça o laboratório com dados reais ou simulados.
- Responda às questões.
- Revise pelo resumo e pelos anexos.
- Calcular e interpretar custos unitários.
- Justificar preços de referência e planilhas de custos.
- Distinguir taxa, tarifa e preço público com base legal.
- Avaliar riscos de sobrepreço e superfaturamento.
- Comunicar metodologia com clareza (nota metodológica).
Alagoinhas — BA • 06/01/2026
Prefácio
A proposta deste livro é um ponto em que decisões públicas, normas e método se encontram. O objetivo aqui é construir raciocínio: definir o objeto, escolher critério, medir custo, justificar preço e comunicar a decisão.
A qualidade do resultado depende de escopo explícito: o que entra no cálculo, o que fica de fora e por quê. Quando isso não é declarado, o indicador vira “número de briga” e perde utilidade.
Na prática municipal, formar preço não é apenas cobrar do usuário: é também formar preço de referência em contratos, estimar custos unitários para comparação e construir tarifários ou parâmetros de ressarcimento.
Uma boa regra: sempre separar três camadas — (1) base legal, (2) base técnica (dados/método) e (3) base social (modicidade, equidade, impacto).
A cada capítulo, você encontrará laboratórios e modelos para aplicar com dados reais (folha, contratos, notas, produção e metas).
A proposta deste livro é um ponto em que escolhas públicas, normas e método se encontram. O objetivo aqui é construir raciocínio: definir o objeto, escolher critério, medir custo, justificar preço e comunicar a decisão.
A robustez do resultado depende de escopo explícito: o que entra no cálculo, o que fica de fora e por quê. Quando isso não é declarado, o indicador vira “número de briga” e perde utilidade.
Na prática municipal, formar preço não é apenas cobrar do usuário: é também formar preço de referência em contratos, estimar custos unitários para comparação e construir tarifários ou parâmetros de ressarcimento.
Uma boa regra: sempre separar três camadas — (1) base legal, (2) base técnica (dados/método) e (3) base social (modicidade, equidade, impacto).
A cada capítulo, você encontrará laboratórios e modelos para aplicar com dados reais (folha, contratos, notas, produção e metas).
- 1: Cap. 1–2
- 2: Cap. 3
- 3: Cap. 4–5
- 4: Cap. 6–7
- 5: Cap. 8–10
Como usar (roteiro de estudo)
Formas de estudar é um ponto em que decisões públicas, normas e método se encontram. O objetivo aqui é construir raciocínio: definir o objeto, escolher critério, medir custo, justificar preço e comunicar a decisão.
A qualidade do resultado depende de escopo explícito: o que entra no cálculo, o que fica de fora e por quê. Quando isso não é declarado, o indicador vira “número de briga” e perde utilidade.
Na prática municipal, formar preço não é apenas cobrar do usuário: é também formar preço de referência em contratos, estimar custos unitários para comparação e construir tarifários ou parâmetros de ressarcimento.
Uma boa regra: sempre separar três camadas — (1) base legal, (2) base técnica (dados/método) e (3) base social (modicidade, equidade, impacto).
A cada capítulo, você encontrará laboratórios e modelos para aplicar com dados reais (folha, contratos, notas, produção e metas).
Formas de estudar é um ponto em que escolhas públicas, normas e método se encontram. O objetivo aqui é construir raciocínio: definir o objeto, escolher critério, medir custo, justificar preço e comunicar a decisão.
A robustez do resultado depende de escopo explícito: o que entra no cálculo, o que fica de fora e por quê. Quando isso não é declarado, o indicador vira “número de briga” e perde utilidade.
Na prática municipal, formar preço não é apenas cobrar do usuário: é também formar preço de referência em contratos, estimar custos unitários para comparação e construir tarifários ou parâmetros de ressarcimento.
Uma boa regra: sempre separar três camadas — (1) base legal, (2) base técnica (dados/método) e (3) base social (modicidade, equidade, impacto).
A cada capítulo, você encontrará laboratórios e modelos para aplicar com dados reais (folha, contratos, notas, produção e metas).
- Escolha um serviço (transporte, limpeza, saúde, educação).
- Formule pergunta (quanto custa? quanto cobrar? qual referência?).
- Colete dados mínimos (produção, folha, contratos, insumos).
- Escolha critério e registre escopo/limitações.
- Apresente resultado com nota metodológica e recomendações.
- Diagnóstico curto
- Evidências e fontes
- Método e critérios
- Limitações
- Ações e monitoramento
- Perguntas frequentes (cidadão)
Glossário rápido
| Termo | Definição |
|---|---|
| Custo | Consumo de recursos para produzir um serviço. |
| Preço público | Cobrança por uso/serviço específico conforme regras locais. |
| Tarifa | Remuneração de serviço público (muitas vezes delegado), com modicidade. |
| Taxa | Tributo vinculado ao poder de polícia ou serviço específico e divisível. |
| Preço de referência | Parâmetro para estimar/avaliar custos e contratações. |
| BDI | Bonificação e Despesas Indiretas (em composições de preços). |
| Sobrepreço | Preço acima do parâmetro/mercado/referência sem justificativa. |
| Superfaturamento | Dano efetivo: pagamento indevido/quantidade/qualidade. |
Volte ao glossário quando um termo aparecer em planilhas e contratos.
Capítulo 1 — Por que custos e preços importam no setor público
Custos como linguagem de decisão e preços como parâmetro
Custos e preços públicos é um ponto em que decisões públicas, normas e método se encontram. O objetivo aqui é construir raciocínio: definir o objeto, escolher critério, medir custo, justificar preço e comunicar a decisão.
A qualidade do resultado depende de escopo explícito: o que entra no cálculo, o que fica de fora e por quê. Quando isso não é declarado, o indicador vira “número de briga” e perde utilidade.
Na prática municipal, formar preço não é apenas cobrar do usuário: é também formar preço de referência em contratos, estimar custos unitários para comparação e construir tarifários ou parâmetros de ressarcimento.
Uma boa regra: sempre separar três camadas — (1) base legal, (2) base técnica (dados/método) e (3) base social (modicidade, equidade, impacto).
A cada capítulo, você encontrará laboratórios e modelos para aplicar com dados reais (folha, contratos, notas, produção e metas).
Custos e preços públicos é um ponto em que escolhas públicas, normas e método se encontram. O objetivo aqui é construir raciocínio: definir o objeto, escolher critério, medir custo, justificar preço e comunicar a decisão.
A robustez do resultado depende de escopo explícito: o que entra no cálculo, o que fica de fora e por quê. Quando isso não é declarado, o indicador vira “número de briga” e perde utilidade.
Na prática municipal, formar preço não é apenas cobrar do usuário: é também formar preço de referência em contratos, estimar custos unitários para comparação e construir tarifários ou parâmetros de ressarcimento.
Uma boa regra: sempre separar três camadas — (1) base legal, (2) base técnica (dados/método) e (3) base social (modicidade, equidade, impacto).
A cada capítulo, você encontrará laboratórios e modelos para aplicar com dados reais (folha, contratos, notas, produção e metas).
- Diferença entre gastar, investir, despesa e custo.
- Quando formar preço (cobrança, referência, ressarcimento).
- Como escrever uma nota metodológica defendível.
| Visão | Pergunta | Exemplo |
|---|---|---|
| Orçamentária | Há autorização e execução? | Empenho, liquidação, pagamento |
| Patrimonial | O que mudou no patrimônio? | Ativos, passivos, VPD/VPA |
| Gerencial | Quanto custa e qual resultado? | Custo por aluno/atendimento |
- Escolha um serviço (escola, UBS, limpeza, transporte).
- Defina unidade (aluno/ano, atendimento, km, tonelada).
- Liste 5 componentes de custo e 3 fontes de dados.
- Escreva uma nota metodológica inicial (10–12 linhas).
- Custo melhora decisão e transparência.
- Preço público também serve como referência em contratos.
- Método e escopo explícitos evitam conflito.
- Explique por que orçamento não é custo (12 linhas).
- Dê 5 exemplos de custo unitário no município.
- Escreva 8 linhas explicando o que é ‘preço de referência’.
Capítulo 2 — Preço, Tarifa, Taxa e Custo Público
Diferenças essenciais para gestão, controle e transparência
- Diferenciar custo, preço público, tarifa e taxa sem misturar conceitos.
- Entender quando cada instrumento é usado e quais perguntas responde.
- Aprender a escrever uma nota metodológica simples.
No dia a dia do setor público, é comum ver relatórios, leis, contratos e portais usando “preço”, “tarifa”, “taxa” e “custo” como se fossem sinônimos. Essa confusão gera erros de planejamento, questionamentos dos órgãos de controle e decisões indefensáveis.
2.1 Custo público: a base técnica
Custo é o consumo de recursos para produzir um bem/serviço público. Ele responde: “Quanto foi consumido para entregar este serviço?”. Mesmo serviços gratuitos têm custo e podem ser medidos por unidade.
| Pergunta | Exemplo (municipal) | Decisão |
|---|---|---|
| Quanto custa 1 unidade de serviço? | Custo por atendimento na UBS | Escala e fluxo |
| Quais componentes pesam mais? | Folha, contratos, insumos | Prioridades de gestão |
| Por que uma unidade custa mais? | Escola A vs B | Equidade + eficiência |
Orçamento não é custo. Orçamento responde autorização e execução; custo responde consumo para produzir.
2.2 Preço público
Preço público é valor cobrado pelo poder público pela utilização de bem/serviço específico, com enquadramento jurídico local. Exige base normativa e método (custo, mercado, histórico).
- Objeto claro
- Base normativa local
- Método de cálculo
- Modicidade/justiça
- Limitações declaradas
2.3 Tarifa
Tarifa remunera serviço público, muitas vezes delegado, equilibrando custo, demanda, qualidade e modicidade. Sem planilha e regras de revisão, ou colapsa ou exclui.
2.4 Taxa
Taxa é tributo vinculado ao poder de polícia ou serviço específico e divisível. Depende de lei e vínculo com atividade estatal.
| Conceito | Natureza | Pergunta | Base | Risco |
|---|---|---|---|---|
| Custo | técnico-gerencial | quanto consumiu? | dados+método | decisão ruim |
| Preço público | cobrança específica | quanto cobrar? | norma+custo | questionamento |
| Tarifa | remuneração do serviço | como sustentar? | planilha+metas | colapso/exclusão |
| Taxa | tributo vinculado | quanto custa a atividade? | lei+vínculo | ilegalidade |
- Objetivo
- Base normativa
- Fontes de dados
- Escopo
- Método e premissas
- Resultado
- Limitações e revisão
- Escolha 3 situações do município.
- Classifique: taxa, tarifa, preço público ou apenas custo.
- Justifique em 8–10 linhas.
- Escreva nota metodológica curta.
- Custo mede consumo; pode existir sem cobrança.
- Preço público depende de regras locais e método.
- Tarifa exige planilha e modicidade.
- Taxa é tributo vinculado: lei e vínculo são essenciais.
- Explique custo x orçamento.
- Quando usar tarifa? Cite 3 critérios.
- Por que taxa exige vínculo?
- Faça uma nota metodológica (12 linhas).
Capítulo 3 — Execução contratual e planilhas de custos
Conteúdo aplicado para graduação
Execução contratual e planilhas de custos é um ponto em que decisões públicas, normas e método se encontram. O objetivo aqui é construir raciocínio: definir o objeto, escolher critério, medir custo, justificar preço e comunicar a decisão.
A qualidade do resultado depende de escopo explícito: o que entra no cálculo, o que fica de fora e por quê. Quando isso não é declarado, o indicador vira “número de briga” e perde utilidade.
Na prática municipal, formar preço não é apenas cobrar do usuário: é também formar preço de referência em contratos, estimar custos unitários para comparação e construir tarifários ou parâmetros de ressarcimento.
Uma boa regra: sempre separar três camadas — (1) base legal, (2) base técnica (dados/método) e (3) base social (modicidade, equidade, impacto).
A cada capítulo, você encontrará laboratórios e modelos para aplicar com dados reais (folha, contratos, notas, produção e metas).
Execução contratual e planilhas de custos é um ponto em que escolhas públicas, normas e método se encontram. O objetivo aqui é construir raciocínio: definir o objeto, escolher critério, medir custo, justificar preço e comunicar a decisão.
A robustez do resultado depende de escopo explícito: o que entra no cálculo, o que fica de fora e por quê. Quando isso não é declarado, o indicador vira “número de briga” e perde utilidade.
Na prática municipal, formar preço não é apenas cobrar do usuário: é também formar preço de referência em contratos, estimar custos unitários para comparação e construir tarifários ou parâmetros de ressarcimento.
Uma boa regra: sempre separar três camadas — (1) base legal, (2) base técnica (dados/método) e (3) base social (modicidade, equidade, impacto).
A cada capítulo, você encontrará laboratórios e modelos para aplicar com dados reais (folha, contratos, notas, produção e metas).
- Definir objeto e unidade de análise
- Escolher fontes e período
- Separar custos diretos e indiretos
- Definir critério de rateio e justificar
- Construir composição/planilha e validar
- Registrar limitações e revisar periodicamente
| Pergunta | Dado mínimo | Saída |
|---|---|---|
| Quanto custa? | folha+contratos+produção | custo unitário |
| Quanto estimar no contrato? | composição+pesquisa | preço referência |
| O valor é razoável? | histórico+mercado | análise crítica |
- Escolha um contrato/serviço real.
- Monte uma planilha de custos (colunas: item, quantidade, unidade, fonte, valor).
- Calcule custo unitário e total.
- Escreva nota metodológica (10–14 linhas).
- Crie 3 perguntas frequentes e respostas curtas (cidadão).
- Método importa tanto quanto número.
- Critérios de rateio devem ser explicados.
- Preço referência precisa de evidências e comparação.
- Transparência aumenta confiança e reduz contestação.
- Liste 6 dados mínimos para estimar preço de referência.
- Explique 3 critérios de rateio e quando usar.
- Dê 5 sinais de risco de sobrepreço.
- Escreva um parágrafo explicando metodologia ao cidadão.
Leitura guiada
Releia este capítulo procurando responder: qual decisão será tomada com este número? Quem usa o indicador? Com que frequência? O que pode dar errado no dado? Registre as respostas em um caderno de evidências.
Notas didáticas
Use exemplos da sua rotina: transporte escolar, merenda, medicamentos, limpeza, manutenção predial. O método é o mesmo; muda o objeto.
Capítulo 4 — Métodos de custeio e critérios de rateio
Conteúdo aplicado para graduação
Métodos de custeio e critérios de rateio é um ponto em que decisões públicas, normas e método se encontram. O objetivo aqui é construir raciocínio: definir o objeto, escolher critério, medir custo, justificar preço e comunicar a decisão.
A qualidade do resultado depende de escopo explícito: o que entra no cálculo, o que fica de fora e por quê. Quando isso não é declarado, o indicador vira “número de briga” e perde utilidade.
Na prática municipal, formar preço não é apenas cobrar do usuário: é também formar preço de referência em contratos, estimar custos unitários para comparação e construir tarifários ou parâmetros de ressarcimento.
Uma boa regra: sempre separar três camadas — (1) base legal, (2) base técnica (dados/método) e (3) base social (modicidade, equidade, impacto).
A cada capítulo, você encontrará laboratórios e modelos para aplicar com dados reais (folha, contratos, notas, produção e metas).
Métodos de custeio e critérios de rateio é um ponto em que escolhas públicas, normas e método se encontram. O objetivo aqui é construir raciocínio: definir o objeto, escolher critério, medir custo, justificar preço e comunicar a decisão.
A robustez do resultado depende de escopo explícito: o que entra no cálculo, o que fica de fora e por quê. Quando isso não é declarado, o indicador vira “número de briga” e perde utilidade.
Na prática municipal, formar preço não é apenas cobrar do usuário: é também formar preço de referência em contratos, estimar custos unitários para comparação e construir tarifários ou parâmetros de ressarcimento.
Uma boa regra: sempre separar três camadas — (1) base legal, (2) base técnica (dados/método) e (3) base social (modicidade, equidade, impacto).
A cada capítulo, você encontrará laboratórios e modelos para aplicar com dados reais (folha, contratos, notas, produção e metas).
- Definir objeto e unidade de análise
- Escolher fontes e período
- Separar custos diretos e indiretos
- Definir critério de rateio e justificar
- Construir composição/planilha e validar
- Registrar limitações e revisar periodicamente
| Pergunta | Dado mínimo | Saída |
|---|---|---|
| Quanto custa? | folha+contratos+produção | custo unitário |
| Quanto estimar no contrato? | composição+pesquisa | preço referência |
| O valor é razoável? | histórico+mercado | análise crítica |
- Escolha um contrato/serviço real.
- Monte uma planilha de custos (colunas: item, quantidade, unidade, fonte, valor).
- Calcule custo unitário e total.
- Escreva nota metodológica (10–14 linhas).
- Crie 3 perguntas frequentes e respostas curtas (cidadão).
- Método importa tanto quanto número.
- Critérios de rateio devem ser explicados.
- Preço referência precisa de evidências e comparação.
- Transparência aumenta confiança e reduz contestação.
- Liste 6 dados mínimos para estimar preço de referência.
- Explique 3 critérios de rateio e quando usar.
- Dê 5 sinais de risco de sobrepreço.
- Escreva um parágrafo explicando metodologia ao cidadão.
Leitura guiada
Releia este capítulo procurando responder: qual decisão será tomada com este número? Quem usa o indicador? Com que frequência? O que pode dar errado no dado? Registre as respostas em um caderno de evidências.
Notas didáticas
Use exemplos da sua rotina: transporte escolar, merenda, medicamentos, limpeza, manutenção predial. O método é o mesmo; muda o objeto.
Capítulo 5 — Formação de preços em contratos públicos e BDI
Conteúdo aplicado para graduação
Formação de preços em contratos públicos e BDI é um ponto em que decisões públicas, normas e método se encontram. O objetivo aqui é construir raciocínio: definir o objeto, escolher critério, medir custo, justificar preço e comunicar a decisão.
A qualidade do resultado depende de escopo explícito: o que entra no cálculo, o que fica de fora e por quê. Quando isso não é declarado, o indicador vira “número de briga” e perde utilidade.
Na prática municipal, formar preço não é apenas cobrar do usuário: é também formar preço de referência em contratos, estimar custos unitários para comparação e construir tarifários ou parâmetros de ressarcimento.
Uma boa regra: sempre separar três camadas — (1) base legal, (2) base técnica (dados/método) e (3) base social (modicidade, equidade, impacto).
A cada capítulo, você encontrará laboratórios e modelos para aplicar com dados reais (folha, contratos, notas, produção e metas).
Formação de preços em contratos públicos e BDI é um ponto em que escolhas públicas, normas e método se encontram. O objetivo aqui é construir raciocínio: definir o objeto, escolher critério, medir custo, justificar preço e comunicar a decisão.
A robustez do resultado depende de escopo explícito: o que entra no cálculo, o que fica de fora e por quê. Quando isso não é declarado, o indicador vira “número de briga” e perde utilidade.
Na prática municipal, formar preço não é apenas cobrar do usuário: é também formar preço de referência em contratos, estimar custos unitários para comparação e construir tarifários ou parâmetros de ressarcimento.
Uma boa regra: sempre separar três camadas — (1) base legal, (2) base técnica (dados/método) e (3) base social (modicidade, equidade, impacto).
A cada capítulo, você encontrará laboratórios e modelos para aplicar com dados reais (folha, contratos, notas, produção e metas).
- Definir objeto e unidade de análise
- Escolher fontes e período
- Separar custos diretos e indiretos
- Definir critério de rateio e justificar
- Construir composição/planilha e validar
- Registrar limitações e revisar periodicamente
| Pergunta | Dado mínimo | Saída |
|---|---|---|
| Quanto custa? | folha+contratos+produção | custo unitário |
| Quanto estimar no contrato? | composição+pesquisa | preço referência |
| O valor é razoável? | histórico+mercado | análise crítica |
- Escolha um contrato/serviço real.
- Monte uma planilha de custos (colunas: item, quantidade, unidade, fonte, valor).
- Calcule custo unitário e total.
- Escreva nota metodológica (10–14 linhas).
- Crie 3 perguntas frequentes e respostas curtas (cidadão).
- Método importa tanto quanto número.
- Critérios de rateio devem ser explicados.
- Preço referência precisa de evidências e comparação.
- Transparência aumenta confiança e reduz contestação.
- Liste 6 dados mínimos para estimar preço de referência.
- Explique 3 critérios de rateio e quando usar.
- Dê 5 sinais de risco de sobrepreço.
- Escreva um parágrafo explicando metodologia ao cidadão.
Leitura guiada
Releia este capítulo procurando responder: qual decisão será tomada com este número? Quem usa o indicador? Com que frequência? O que pode dar errado no dado? Registre as respostas em um caderno de evidências.
Notas didáticas
Use exemplos da sua rotina: transporte escolar, merenda, medicamentos, limpeza, manutenção predial. O método é o mesmo; muda o objeto.
Capítulo 6 — Preço de referência, pesquisa de mercado e estimativas
Conteúdo aplicado para graduação
Preço de referência, pesquisa de mercado e estimativas é um ponto em que decisões públicas, normas e método se encontram. O objetivo aqui é construir raciocínio: definir o objeto, escolher critério, medir custo, justificar preço e comunicar a decisão.
A qualidade do resultado depende de escopo explícito: o que entra no cálculo, o que fica de fora e por quê. Quando isso não é declarado, o indicador vira “número de briga” e perde utilidade.
Na prática municipal, formar preço não é apenas cobrar do usuário: é também formar preço de referência em contratos, estimar custos unitários para comparação e construir tarifários ou parâmetros de ressarcimento.
Uma boa regra: sempre separar três camadas — (1) base legal, (2) base técnica (dados/método) e (3) base social (modicidade, equidade, impacto).
A cada capítulo, você encontrará laboratórios e modelos para aplicar com dados reais (folha, contratos, notas, produção e metas).
Preço de referência, pesquisa de mercado e estimativas é um ponto em que escolhas públicas, normas e método se encontram. O objetivo aqui é construir raciocínio: definir o objeto, escolher critério, medir custo, justificar preço e comunicar a decisão.
A robustez do resultado depende de escopo explícito: o que entra no cálculo, o que fica de fora e por quê. Quando isso não é declarado, o indicador vira “número de briga” e perde utilidade.
Na prática municipal, formar preço não é apenas cobrar do usuário: é também formar preço de referência em contratos, estimar custos unitários para comparação e construir tarifários ou parâmetros de ressarcimento.
Uma boa regra: sempre separar três camadas — (1) base legal, (2) base técnica (dados/método) e (3) base social (modicidade, equidade, impacto).
A cada capítulo, você encontrará laboratórios e modelos para aplicar com dados reais (folha, contratos, notas, produção e metas).
- Definir objeto e unidade de análise
- Escolher fontes e período
- Separar custos diretos e indiretos
- Definir critério de rateio e justificar
- Construir composição/planilha e validar
- Registrar limitações e revisar periodicamente
| Pergunta | Dado mínimo | Saída |
|---|---|---|
| Quanto custa? | folha+contratos+produção | custo unitário |
| Quanto estimar no contrato? | composição+pesquisa | preço referência |
| O valor é razoável? | histórico+mercado | análise crítica |
- Escolha um contrato/serviço real.
- Monte uma planilha de custos (colunas: item, quantidade, unidade, fonte, valor).
- Calcule custo unitário e total.
- Escreva nota metodológica (10–14 linhas).
- Crie 3 perguntas frequentes e respostas curtas (cidadão).
- Método importa tanto quanto número.
- Critérios de rateio devem ser explicados.
- Preço referência precisa de evidências e comparação.
- Transparência aumenta confiança e reduz contestação.
- Liste 6 dados mínimos para estimar preço de referência.
- Explique 3 critérios de rateio e quando usar.
- Dê 5 sinais de risco de sobrepreço.
- Escreva um parágrafo explicando metodologia ao cidadão.
Leitura guiada
Releia este capítulo procurando responder: qual decisão será tomada com este número? Quem usa o indicador? Com que frequência? O que pode dar errado no dado? Registre as respostas em um caderno de evidências.
Notas didáticas
Use exemplos da sua rotina: transporte escolar, merenda, medicamentos, limpeza, manutenção predial. O método é o mesmo; muda o objeto.
Capítulo 7 — Sobrepreço e superfaturamento: sinais e prevenção
Conteúdo aplicado para graduação
Sobrepreço e superfaturamento: sinais e prevenção é um ponto em que decisões públicas, normas e método se encontram. O objetivo aqui é construir raciocínio: definir o objeto, escolher critério, medir custo, justificar preço e comunicar a decisão.
A qualidade do resultado depende de escopo explícito: o que entra no cálculo, o que fica de fora e por quê. Quando isso não é declarado, o indicador vira “número de briga” e perde utilidade.
Na prática municipal, formar preço não é apenas cobrar do usuário: é também formar preço de referência em contratos, estimar custos unitários para comparação e construir tarifários ou parâmetros de ressarcimento.
Uma boa regra: sempre separar três camadas — (1) base legal, (2) base técnica (dados/método) e (3) base social (modicidade, equidade, impacto).
A cada capítulo, você encontrará laboratórios e modelos para aplicar com dados reais (folha, contratos, notas, produção e metas).
Sobrepreço e superfaturamento: sinais e prevenção é um ponto em que escolhas públicas, normas e método se encontram. O objetivo aqui é construir raciocínio: definir o objeto, escolher critério, medir custo, justificar preço e comunicar a decisão.
A robustez do resultado depende de escopo explícito: o que entra no cálculo, o que fica de fora e por quê. Quando isso não é declarado, o indicador vira “número de briga” e perde utilidade.
Na prática municipal, formar preço não é apenas cobrar do usuário: é também formar preço de referência em contratos, estimar custos unitários para comparação e construir tarifários ou parâmetros de ressarcimento.
Uma boa regra: sempre separar três camadas — (1) base legal, (2) base técnica (dados/método) e (3) base social (modicidade, equidade, impacto).
A cada capítulo, você encontrará laboratórios e modelos para aplicar com dados reais (folha, contratos, notas, produção e metas).
- Definir objeto e unidade de análise
- Escolher fontes e período
- Separar custos diretos e indiretos
- Definir critério de rateio e justificar
- Construir composição/planilha e validar
- Registrar limitações e revisar periodicamente
| Pergunta | Dado mínimo | Saída |
|---|---|---|
| Quanto custa? | folha+contratos+produção | custo unitário |
| Quanto estimar no contrato? | composição+pesquisa | preço referência |
| O valor é razoável? | histórico+mercado | análise crítica |
- Escolha um contrato/serviço real.
- Monte uma planilha de custos (colunas: item, quantidade, unidade, fonte, valor).
- Calcule custo unitário e total.
- Escreva nota metodológica (10–14 linhas).
- Crie 3 perguntas frequentes e respostas curtas (cidadão).
- Método importa tanto quanto número.
- Critérios de rateio devem ser explicados.
- Preço referência precisa de evidências e comparação.
- Transparência aumenta confiança e reduz contestação.
- Liste 6 dados mínimos para estimar preço de referência.
- Explique 3 critérios de rateio e quando usar.
- Dê 5 sinais de risco de sobrepreço.
- Escreva um parágrafo explicando metodologia ao cidadão.
Leitura guiada
Releia este capítulo procurando responder: qual decisão será tomada com este número? Quem usa o indicador? Com que frequência? O que pode dar errado no dado? Registre as respostas em um caderno de evidências.
Notas didáticas
Use exemplos da sua rotina: transporte escolar, merenda, medicamentos, limpeza, manutenção predial. O método é o mesmo; muda o objeto.
Capítulo 8 — Casos aplicados: educação, saúde, limpeza, transporte
Conteúdo aplicado para graduação
Casos aplicados: educação, saúde, limpeza, transporte é um ponto em que decisões públicas, normas e método se encontram. O objetivo aqui é construir raciocínio: definir o objeto, escolher critério, medir custo, justificar preço e comunicar a decisão.
A qualidade do resultado depende de escopo explícito: o que entra no cálculo, o que fica de fora e por quê. Quando isso não é declarado, o indicador vira “número de briga” e perde utilidade.
Na prática municipal, formar preço não é apenas cobrar do usuário: é também formar preço de referência em contratos, estimar custos unitários para comparação e construir tarifários ou parâmetros de ressarcimento.
Uma boa regra: sempre separar três camadas — (1) base legal, (2) base técnica (dados/método) e (3) base social (modicidade, equidade, impacto).
A cada capítulo, você encontrará laboratórios e modelos para aplicar com dados reais (folha, contratos, notas, produção e metas).
Casos aplicados: educação, saúde, limpeza, transporte é um ponto em que escolhas públicas, normas e método se encontram. O objetivo aqui é construir raciocínio: definir o objeto, escolher critério, medir custo, justificar preço e comunicar a decisão.
A robustez do resultado depende de escopo explícito: o que entra no cálculo, o que fica de fora e por quê. Quando isso não é declarado, o indicador vira “número de briga” e perde utilidade.
Na prática municipal, formar preço não é apenas cobrar do usuário: é também formar preço de referência em contratos, estimar custos unitários para comparação e construir tarifários ou parâmetros de ressarcimento.
Uma boa regra: sempre separar três camadas — (1) base legal, (2) base técnica (dados/método) e (3) base social (modicidade, equidade, impacto).
A cada capítulo, você encontrará laboratórios e modelos para aplicar com dados reais (folha, contratos, notas, produção e metas).
- Definir objeto e unidade de análise
- Escolher fontes e período
- Separar custos diretos e indiretos
- Definir critério de rateio e justificar
- Construir composição/planilha e validar
- Registrar limitações e revisar periodicamente
| Pergunta | Dado mínimo | Saída |
|---|---|---|
| Quanto custa? | folha+contratos+produção | custo unitário |
| Quanto estimar no contrato? | composição+pesquisa | preço referência |
| O valor é razoável? | histórico+mercado | análise crítica |
- Escolha um contrato/serviço real.
- Monte uma planilha de custos (colunas: item, quantidade, unidade, fonte, valor).
- Calcule custo unitário e total.
- Escreva nota metodológica (10–14 linhas).
- Crie 3 perguntas frequentes e respostas curtas (cidadão).
- Método importa tanto quanto número.
- Critérios de rateio devem ser explicados.
- Preço referência precisa de evidências e comparação.
- Transparência aumenta confiança e reduz contestação.
- Liste 6 dados mínimos para estimar preço de referência.
- Explique 3 critérios de rateio e quando usar.
- Dê 5 sinais de risco de sobrepreço.
- Escreva um parágrafo explicando metodologia ao cidadão.
Leitura guiada
Releia este capítulo procurando responder: qual decisão será tomada com este número? Quem usa o indicador? Com que frequência? O que pode dar errado no dado? Registre as respostas em um caderno de evidências.
Notas didáticas
Use exemplos da sua rotina: transporte escolar, merenda, medicamentos, limpeza, manutenção predial. O método é o mesmo; muda o objeto.
Capítulo 9 — Transparência e comunicação: como publicar metodologia
Conteúdo aplicado para graduação
Transparência e comunicação: como publicar metodologia é um ponto em que decisões públicas, normas e método se encontram. O objetivo aqui é construir raciocínio: definir o objeto, escolher critério, medir custo, justificar preço e comunicar a decisão.
A qualidade do resultado depende de escopo explícito: o que entra no cálculo, o que fica de fora e por quê. Quando isso não é declarado, o indicador vira “número de briga” e perde utilidade.
Na prática municipal, formar preço não é apenas cobrar do usuário: é também formar preço de referência em contratos, estimar custos unitários para comparação e construir tarifários ou parâmetros de ressarcimento.
Uma boa regra: sempre separar três camadas — (1) base legal, (2) base técnica (dados/método) e (3) base social (modicidade, equidade, impacto).
A cada capítulo, você encontrará laboratórios e modelos para aplicar com dados reais (folha, contratos, notas, produção e metas).
Transparência e comunicação: como publicar metodologia é um ponto em que escolhas públicas, normas e método se encontram. O objetivo aqui é construir raciocínio: definir o objeto, escolher critério, medir custo, justificar preço e comunicar a decisão.
A robustez do resultado depende de escopo explícito: o que entra no cálculo, o que fica de fora e por quê. Quando isso não é declarado, o indicador vira “número de briga” e perde utilidade.
Na prática municipal, formar preço não é apenas cobrar do usuário: é também formar preço de referência em contratos, estimar custos unitários para comparação e construir tarifários ou parâmetros de ressarcimento.
Uma boa regra: sempre separar três camadas — (1) base legal, (2) base técnica (dados/método) e (3) base social (modicidade, equidade, impacto).
A cada capítulo, você encontrará laboratórios e modelos para aplicar com dados reais (folha, contratos, notas, produção e metas).
- Definir objeto e unidade de análise
- Escolher fontes e período
- Separar custos diretos e indiretos
- Definir critério de rateio e justificar
- Construir composição/planilha e validar
- Registrar limitações e revisar periodicamente
| Pergunta | Dado mínimo | Saída |
|---|---|---|
| Quanto custa? | folha+contratos+produção | custo unitário |
| Quanto estimar no contrato? | composição+pesquisa | preço referência |
| O valor é razoável? | histórico+mercado | análise crítica |
- Escolha um contrato/serviço real.
- Monte uma planilha de custos (colunas: item, quantidade, unidade, fonte, valor).
- Calcule custo unitário e total.
- Escreva nota metodológica (10–14 linhas).
- Crie 3 perguntas frequentes e respostas curtas (cidadão).
- Método importa tanto quanto número.
- Critérios de rateio devem ser explicados.
- Preço referência precisa de evidências e comparação.
- Transparência aumenta confiança e reduz contestação.
- Liste 6 dados mínimos para estimar preço de referência.
- Explique 3 critérios de rateio e quando usar.
- Dê 5 sinais de risco de sobrepreço.
- Escreva um parágrafo explicando metodologia ao cidadão.
Leitura guiada
Releia este capítulo procurando responder: qual decisão será tomada com este número? Quem usa o indicador? Com que frequência? O que pode dar errado no dado? Registre as respostas em um caderno de evidências.
Notas didáticas
Use exemplos da sua rotina: transporte escolar, merenda, medicamentos, limpeza, manutenção predial. O método é o mesmo; muda o objeto.
Capítulo 10 — Laboratório final: do custo ao preço (projeto completo)
Conteúdo aplicado para graduação
Laboratório final: do custo ao preço (projeto completo) é um ponto em que decisões públicas, normas e método se encontram. O objetivo aqui é construir raciocínio: definir o objeto, escolher critério, medir custo, justificar preço e comunicar a decisão.
A qualidade do resultado depende de escopo explícito: o que entra no cálculo, o que fica de fora e por quê. Quando isso não é declarado, o indicador vira “número de briga” e perde utilidade.
Na prática municipal, formar preço não é apenas cobrar do usuário: é também formar preço de referência em contratos, estimar custos unitários para comparação e construir tarifários ou parâmetros de ressarcimento.
Uma boa regra: sempre separar três camadas — (1) base legal, (2) base técnica (dados/método) e (3) base social (modicidade, equidade, impacto).
A cada capítulo, você encontrará laboratórios e modelos para aplicar com dados reais (folha, contratos, notas, produção e metas).
Laboratório final: do custo ao preço (projeto completo) é um ponto em que escolhas públicas, normas e método se encontram. O objetivo aqui é construir raciocínio: definir o objeto, escolher critério, medir custo, justificar preço e comunicar a decisão.
A robustez do resultado depende de escopo explícito: o que entra no cálculo, o que fica de fora e por quê. Quando isso não é declarado, o indicador vira “número de briga” e perde utilidade.
Na prática municipal, formar preço não é apenas cobrar do usuário: é também formar preço de referência em contratos, estimar custos unitários para comparação e construir tarifários ou parâmetros de ressarcimento.
Uma boa regra: sempre separar três camadas — (1) base legal, (2) base técnica (dados/método) e (3) base social (modicidade, equidade, impacto).
A cada capítulo, você encontrará laboratórios e modelos para aplicar com dados reais (folha, contratos, notas, produção e metas).
- Definir objeto e unidade de análise
- Escolher fontes e período
- Separar custos diretos e indiretos
- Definir critério de rateio e justificar
- Construir composição/planilha e validar
- Registrar limitações e revisar periodicamente
| Pergunta | Dado mínimo | Saída |
|---|---|---|
| Quanto custa? | folha+contratos+produção | custo unitário |
| Quanto estimar no contrato? | composição+pesquisa | preço referência |
| O valor é razoável? | histórico+mercado | análise crítica |
- Escolha um contrato/serviço real.
- Monte uma planilha de custos (colunas: item, quantidade, unidade, fonte, valor).
- Calcule custo unitário e total.
- Escreva nota metodológica (10–14 linhas).
- Crie 3 perguntas frequentes e respostas curtas (cidadão).
- Método importa tanto quanto número.
- Critérios de rateio devem ser explicados.
- Preço referência precisa de evidências e comparação.
- Transparência aumenta confiança e reduz contestação.
- Liste 6 dados mínimos para estimar preço de referência.
- Explique 3 critérios de rateio e quando usar.
- Dê 5 sinais de risco de sobrepreço.
- Escreva um parágrafo explicando metodologia ao cidadão.
Leitura guiada
Releia este capítulo procurando responder: qual decisão será tomada com este número? Quem usa o indicador? Com que frequência? O que pode dar errado no dado? Registre as respostas em um caderno de evidências.
Notas didáticas
Use exemplos da sua rotina: transporte escolar, merenda, medicamentos, limpeza, manutenção predial. O método é o mesmo; muda o objeto.
Anexos (modelos)
- Objetivo
- Base normativa
- Fontes
- Escopo
- Método
- Resultado
- Limitações
item | quantidade | unidade | fonte | valor unitário | valor total | observações
- Pesquisa de preços
- Composição
- Comparação histórica
- Riscos e premissas
- Memória de cálculo
Contracapa
Custos e Formação de Preço no Setor Público apresenta, de forma didática e aplicada, como calcular custos e justificar preços no setor público — desde a distinção entre custo, taxa, tarifa e preço público até a elaboração de preço de referência, planilhas e prevenção de sobrepreço/superfaturamento. Cada capítulo inclui laboratório, modelos e questões para consolidar o raciocínio contábil-gerencial.
Coleção Autoral — Escola de Contabilidade PJP