Escola de Contabilidade PJP
Livro 7 — Responsabilidade, Transparência e Controle Social no Setor Público — Livro Completo
Capa — Responsabilidade, Transparência e Controle Social no Setor Público

Responsabilidade, Transparência e Controle Social no Setor Público

Boas Práticas, Indicadores e Casos Aplicados — Coleção Autoral (PJP)

Livro 7 — Responsabilidade, Transparência e Controle Social no Setor Público

Como usar este livro (em 4 passos)
  1. Leia o capítulo e marque conceitos-chave.
  2. Complete o laboratório (produto do capítulo).
  3. Responda às questões e revise o resumo.
  4. Publique/compartilhe o produto (painel, roteiro, indicador).
Competências desenvolvidas

Alagoinhas — BA • 06/01/2026


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Prefácio

A transparência pública precisa sair do campo abstrato e virar rotina. Na prática, isso significa transformar princípios (legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência) em entregas verificáveis: relatórios simples, indicadores estáveis e explicações compreensíveis.

Quando a informação é publicada sem contexto, o cidadão não consegue concluir “está melhorando?” ou “piorando?”. Por isso, um bom padrão é sempre incluir: objetivo, fonte, período, unidade de medida, comparação (meta/série histórica) e limitações.

Este capítulo foca em transformar deveres em entregas. Você vai aprender um modelo que cabe em uma página e pode ser repetido mensalmente, criando série histórica e aumentando a confiança institucional.

Aplicação municipal: escolha uma política pública (ex.: educação, saúde, assistência, obras) e produza um “pacote de transparência” com três peças: (1) indicador com fórmula e fonte, (2) nota metodológica curta, (3) canal de participação com devolutiva.

O controle social funciona quando há resposta: publicar, ouvir, explicar o que mudou e registrar encaminhamentos. Sem devolutiva, vira apenas “exposição” — e isso aumenta ruído em vez de confiança.

Produtos que você vai construir

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Como usar (roteiro de estudo)

Estudar responsabilidade e controle social precisa sair do campo abstrato e virar rotina. Na prática, isso significa transformar princípios (legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência) em entregas verificáveis: relatórios simples, indicadores estáveis e explicações compreensíveis.

Quando a informação é publicada sem contexto, o cidadão não consegue concluir “está melhorando?” ou “piorando?”. Por isso, um bom padrão é sempre incluir: objetivo, fonte, período, unidade de medida, comparação (meta/série histórica) e limitações.

Este capítulo foca em aprender por projetos. Você vai aprender um modelo que cabe em uma página e pode ser repetido mensalmente, criando série histórica e aumentando a confiança institucional.

Aplicação municipal: escolha uma política pública (ex.: educação, saúde, assistência, obras) e produza um “pacote de transparência” com três peças: (1) indicador com fórmula e fonte, (2) nota metodológica curta, (3) canal de participação com devolutiva.

O controle social funciona quando há resposta: publicar, ouvir, explicar o que mudou e registrar encaminhamentos. Sem devolutiva, vira apenas “exposição” — e isso aumenta ruído em vez de confiança.

Roteiro por projeto
  1. Escolha uma política pública (educação, saúde, assistência, infraestrutura).
  2. Defina 3 metas e 6 indicadores (entrada, processo, resultado).
  3. Monte um painel simples (mensal).
  4. Desenhe canal de participação (ouvidoria/conselho/audiência).
  5. Publique com nota metodológica e versão cidadã.
Checklist do produto publicado

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Glossário rápido

Conceitos
TermoDefinição
Transparência ativaDivulgação espontânea, contínua e organizada.
Transparência passivaResposta a pedidos de informação (SIC/e-SIC).
Controle internoRotinas e verificações dentro do órgão/entidade.
Controle externoÓrgãos de controle (TC, legislativo) e fiscalização.
Controle socialParticipação do cidadão e conselhos na cobrança de resultados.
IndicadorMedida com fórmula, fonte, periodicidade e interpretação.
MetaValor-alvo (quantitativo) em prazo definido.
RiscoEvento que pode impedir objetivos (probabilidade x impacto).
Dica

Um glossário curto melhora muito a compreensão do portal.


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Capítulo 1 — Fundamentos: responsabilidade, accountability e valor público

Do princípio à rotina

Fundamentos: responsabilidade, accountability e valor público precisa sair do campo abstrato e virar rotina. Na prática, isso significa transformar princípios (legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência) em entregas verificáveis: relatórios simples, indicadores estáveis e explicações compreensíveis.

Quando a informação é publicada sem contexto, o cidadão não consegue concluir “está melhorando?” ou “piorando?”. Por isso, um bom padrão é sempre incluir: objetivo, fonte, período, unidade de medida, comparação (meta/série histórica) e limitações.

Este capítulo foca em conceitos e responsabilidades. Você vai aprender um modelo que cabe em uma página e pode ser repetido mensalmente, criando série histórica e aumentando a confiança institucional.

Aplicação municipal: escolha uma política pública (ex.: educação, saúde, assistência, obras) e produza um “pacote de transparência” com três peças: (1) indicador com fórmula e fonte, (2) nota metodológica curta, (3) canal de participação com devolutiva.

O controle social funciona quando há resposta: publicar, ouvir, explicar o que mudou e registrar encaminhamentos. Sem devolutiva, vira apenas “exposição” — e isso aumenta ruído em vez de confiança.

O que você vai aprender
Checklist do capítulo
Quadro de decisão
PerguntaDado mínimoProduto
O que divulgar?obrigações + demandasplano de publicação
Como medir?série mensal e fonteindicador
Como participar?canais e calendárioroteiro + ata
Laboratório 1 — Produto do capítulo
Resumo do capítulo (revisão rápida)
Questões
  1. Defina transparência ativa e dê 3 exemplos práticos.
  2. Explique o que torna um indicador ‘bom’.
  3. Escreva uma nota metodológica para um indicador de saúde.
  4. Liste 5 riscos de publicar dados sem explicação.

Notas didáticas

Use exemplos locais: escolas, UBS, contratos de limpeza, transporte escolar e obras. O método é o mesmo: objetivo + indicador + evidência + explicação + canal de participação.


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Capítulo 2 — Transparência ativa e passiva: rotinas, prazos e qualidade da informação

Do princípio à rotina

Transparência ativa e passiva: rotinas, prazos e qualidade da informação precisa sair do campo abstrato e virar rotina. Na prática, isso significa transformar princípios (legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência) em entregas verificáveis: relatórios simples, indicadores estáveis e explicações compreensíveis.

Quando a informação é publicada sem contexto, o cidadão não consegue concluir “está melhorando?” ou “piorando?”. Por isso, um bom padrão é sempre incluir: objetivo, fonte, período, unidade de medida, comparação (meta/série histórica) e limitações.

Este capítulo foca em rotinas de publicação e resposta. Você vai aprender um modelo que cabe em uma página e pode ser repetido mensalmente, criando série histórica e aumentando a confiança institucional.

Aplicação municipal: escolha uma política pública (ex.: educação, saúde, assistência, obras) e produza um “pacote de transparência” com três peças: (1) indicador com fórmula e fonte, (2) nota metodológica curta, (3) canal de participação com devolutiva.

O controle social funciona quando há resposta: publicar, ouvir, explicar o que mudou e registrar encaminhamentos. Sem devolutiva, vira apenas “exposição” — e isso aumenta ruído em vez de confiança.

O que você vai aprender
Checklist do capítulo
Quadro de decisão
PerguntaDado mínimoProduto
O que divulgar?obrigações + demandasplano de publicação
Como medir?série mensal e fonteindicador
Como participar?canais e calendárioroteiro + ata
Laboratório 2 — Produto do capítulo
Resumo do capítulo (revisão rápida)
Questões
  1. Defina transparência ativa e dê 3 exemplos práticos.
  2. Explique o que torna um indicador ‘bom’.
  3. Escreva uma nota metodológica para um indicador de saúde.
  4. Liste 5 riscos de publicar dados sem explicação.

Notas didáticas

Use exemplos locais: escolas, UBS, contratos de limpeza, transporte escolar e obras. O método é o mesmo: objetivo + indicador + evidência + explicação + canal de participação.


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Capítulo 3 — Indicadores e painéis: como medir, comparar e explicar

Do princípio à rotina

Indicadores e painéis: como medir, comparar e explicar precisa sair do campo abstrato e virar rotina. Na prática, isso significa transformar princípios (legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência) em entregas verificáveis: relatórios simples, indicadores estáveis e explicações compreensíveis.

Quando a informação é publicada sem contexto, o cidadão não consegue concluir “está melhorando?” ou “piorando?”. Por isso, um bom padrão é sempre incluir: objetivo, fonte, período, unidade de medida, comparação (meta/série histórica) e limitações.

Este capítulo foca em indicadores e leitura de séries. Você vai aprender um modelo que cabe em uma página e pode ser repetido mensalmente, criando série histórica e aumentando a confiança institucional.

Aplicação municipal: escolha uma política pública (ex.: educação, saúde, assistência, obras) e produza um “pacote de transparência” com três peças: (1) indicador com fórmula e fonte, (2) nota metodológica curta, (3) canal de participação com devolutiva.

O controle social funciona quando há resposta: publicar, ouvir, explicar o que mudou e registrar encaminhamentos. Sem devolutiva, vira apenas “exposição” — e isso aumenta ruído em vez de confiança.

O que você vai aprender
Checklist do capítulo
Quadro de decisão
PerguntaDado mínimoProduto
O que divulgar?obrigações + demandasplano de publicação
Como medir?série mensal e fonteindicador
Como participar?canais e calendárioroteiro + ata
Laboratório 3 — Produto do capítulo
Resumo do capítulo (revisão rápida)
Questões
  1. Defina transparência ativa e dê 3 exemplos práticos.
  2. Explique o que torna um indicador ‘bom’.
  3. Escreva uma nota metodológica para um indicador de saúde.
  4. Liste 5 riscos de publicar dados sem explicação.

Notas didáticas

Use exemplos locais: escolas, UBS, contratos de limpeza, transporte escolar e obras. O método é o mesmo: objetivo + indicador + evidência + explicação + canal de participação.


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Capítulo 4 — Audiências, conselhos e participação: métodos e mediação

Do princípio à rotina

Audiências, conselhos e participação: métodos e mediação precisa sair do campo abstrato e virar rotina. Na prática, isso significa transformar princípios (legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência) em entregas verificáveis: relatórios simples, indicadores estáveis e explicações compreensíveis.

Quando a informação é publicada sem contexto, o cidadão não consegue concluir “está melhorando?” ou “piorando?”. Por isso, um bom padrão é sempre incluir: objetivo, fonte, período, unidade de medida, comparação (meta/série histórica) e limitações.

Este capítulo foca em participação e condução de reuniões. Você vai aprender um modelo que cabe em uma página e pode ser repetido mensalmente, criando série histórica e aumentando a confiança institucional.

Aplicação municipal: escolha uma política pública (ex.: educação, saúde, assistência, obras) e produza um “pacote de transparência” com três peças: (1) indicador com fórmula e fonte, (2) nota metodológica curta, (3) canal de participação com devolutiva.

O controle social funciona quando há resposta: publicar, ouvir, explicar o que mudou e registrar encaminhamentos. Sem devolutiva, vira apenas “exposição” — e isso aumenta ruído em vez de confiança.

O que você vai aprender
Checklist do capítulo
Quadro de decisão
PerguntaDado mínimoProduto
O que divulgar?obrigações + demandasplano de publicação
Como medir?série mensal e fonteindicador
Como participar?canais e calendárioroteiro + ata
Laboratório 4 — Produto do capítulo
Resumo do capítulo (revisão rápida)
Questões
  1. Defina transparência ativa e dê 3 exemplos práticos.
  2. Explique o que torna um indicador ‘bom’.
  3. Escreva uma nota metodológica para um indicador de saúde.
  4. Liste 5 riscos de publicar dados sem explicação.

Notas didáticas

Use exemplos locais: escolas, UBS, contratos de limpeza, transporte escolar e obras. O método é o mesmo: objetivo + indicador + evidência + explicação + canal de participação.


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Capítulo 5 — Ouvidoria, atendimento e linguagem cidadã

Do princípio à rotina

Ouvidoria, atendimento e linguagem cidadã precisa sair do campo abstrato e virar rotina. Na prática, isso significa transformar princípios (legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência) em entregas verificáveis: relatórios simples, indicadores estáveis e explicações compreensíveis.

Quando a informação é publicada sem contexto, o cidadão não consegue concluir “está melhorando?” ou “piorando?”. Por isso, um bom padrão é sempre incluir: objetivo, fonte, período, unidade de medida, comparação (meta/série histórica) e limitações.

Este capítulo foca em canais e linguagem. Você vai aprender um modelo que cabe em uma página e pode ser repetido mensalmente, criando série histórica e aumentando a confiança institucional.

Aplicação municipal: escolha uma política pública (ex.: educação, saúde, assistência, obras) e produza um “pacote de transparência” com três peças: (1) indicador com fórmula e fonte, (2) nota metodológica curta, (3) canal de participação com devolutiva.

O controle social funciona quando há resposta: publicar, ouvir, explicar o que mudou e registrar encaminhamentos. Sem devolutiva, vira apenas “exposição” — e isso aumenta ruído em vez de confiança.

O que você vai aprender
Checklist do capítulo
Quadro de decisão
PerguntaDado mínimoProduto
O que divulgar?obrigações + demandasplano de publicação
Como medir?série mensal e fonteindicador
Como participar?canais e calendárioroteiro + ata
Laboratório 5 — Produto do capítulo
Resumo do capítulo (revisão rápida)
Questões
  1. Defina transparência ativa e dê 3 exemplos práticos.
  2. Explique o que torna um indicador ‘bom’.
  3. Escreva uma nota metodológica para um indicador de saúde.
  4. Liste 5 riscos de publicar dados sem explicação.

Notas didáticas

Use exemplos locais: escolas, UBS, contratos de limpeza, transporte escolar e obras. O método é o mesmo: objetivo + indicador + evidência + explicação + canal de participação.


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Capítulo 6 — Controle interno e gestão de riscos: prevenção e evidências

Do princípio à rotina

Controle interno e gestão de riscos: prevenção e evidências precisa sair do campo abstrato e virar rotina. Na prática, isso significa transformar princípios (legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência) em entregas verificáveis: relatórios simples, indicadores estáveis e explicações compreensíveis.

Quando a informação é publicada sem contexto, o cidadão não consegue concluir “está melhorando?” ou “piorando?”. Por isso, um bom padrão é sempre incluir: objetivo, fonte, período, unidade de medida, comparação (meta/série histórica) e limitações.

Este capítulo foca em riscos e evidências. Você vai aprender um modelo que cabe em uma página e pode ser repetido mensalmente, criando série histórica e aumentando a confiança institucional.

Aplicação municipal: escolha uma política pública (ex.: educação, saúde, assistência, obras) e produza um “pacote de transparência” com três peças: (1) indicador com fórmula e fonte, (2) nota metodológica curta, (3) canal de participação com devolutiva.

O controle social funciona quando há resposta: publicar, ouvir, explicar o que mudou e registrar encaminhamentos. Sem devolutiva, vira apenas “exposição” — e isso aumenta ruído em vez de confiança.

O que você vai aprender
Checklist do capítulo
Quadro de decisão
PerguntaDado mínimoProduto
O que divulgar?obrigações + demandasplano de publicação
Como medir?série mensal e fonteindicador
Como participar?canais e calendárioroteiro + ata
Laboratório 6 — Produto do capítulo
Resumo do capítulo (revisão rápida)
Questões
  1. Defina transparência ativa e dê 3 exemplos práticos.
  2. Explique o que torna um indicador ‘bom’.
  3. Escreva uma nota metodológica para um indicador de saúde.
  4. Liste 5 riscos de publicar dados sem explicação.

Notas didáticas

Use exemplos locais: escolas, UBS, contratos de limpeza, transporte escolar e obras. O método é o mesmo: objetivo + indicador + evidência + explicação + canal de participação.


Dica: para salvar em PDF, use “PDF do livro completo” (recomendado).
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Capítulo 7 — Compras públicas e integridade: sinais de alerta e boas práticas

Do princípio à rotina

Compras públicas e integridade: sinais de alerta e boas práticas precisa sair do campo abstrato e virar rotina. Na prática, isso significa transformar princípios (legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência) em entregas verificáveis: relatórios simples, indicadores estáveis e explicações compreensíveis.

Quando a informação é publicada sem contexto, o cidadão não consegue concluir “está melhorando?” ou “piorando?”. Por isso, um bom padrão é sempre incluir: objetivo, fonte, período, unidade de medida, comparação (meta/série histórica) e limitações.

Este capítulo foca em integridade e sinais de alerta. Você vai aprender um modelo que cabe em uma página e pode ser repetido mensalmente, criando série histórica e aumentando a confiança institucional.

Aplicação municipal: escolha uma política pública (ex.: educação, saúde, assistência, obras) e produza um “pacote de transparência” com três peças: (1) indicador com fórmula e fonte, (2) nota metodológica curta, (3) canal de participação com devolutiva.

O controle social funciona quando há resposta: publicar, ouvir, explicar o que mudou e registrar encaminhamentos. Sem devolutiva, vira apenas “exposição” — e isso aumenta ruído em vez de confiança.

O que você vai aprender
Checklist do capítulo
Quadro de decisão
PerguntaDado mínimoProduto
O que divulgar?obrigações + demandasplano de publicação
Como medir?série mensal e fonteindicador
Como participar?canais e calendárioroteiro + ata
Laboratório 7 — Produto do capítulo
Resumo do capítulo (revisão rápida)
Questões
  1. Defina transparência ativa e dê 3 exemplos práticos.
  2. Explique o que torna um indicador ‘bom’.
  3. Escreva uma nota metodológica para um indicador de saúde.
  4. Liste 5 riscos de publicar dados sem explicação.

Notas didáticas

Use exemplos locais: escolas, UBS, contratos de limpeza, transporte escolar e obras. O método é o mesmo: objetivo + indicador + evidência + explicação + canal de participação.


Dica: para salvar em PDF, use “PDF do livro completo” (recomendado).
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Capítulo 8 — Casos aplicados: educação, saúde, assistência e obras

Do princípio à rotina

Casos aplicados: educação, saúde, assistência e obras precisa sair do campo abstrato e virar rotina. Na prática, isso significa transformar princípios (legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência) em entregas verificáveis: relatórios simples, indicadores estáveis e explicações compreensíveis.

Quando a informação é publicada sem contexto, o cidadão não consegue concluir “está melhorando?” ou “piorando?”. Por isso, um bom padrão é sempre incluir: objetivo, fonte, período, unidade de medida, comparação (meta/série histórica) e limitações.

Este capítulo foca em aplicação setorial. Você vai aprender um modelo que cabe em uma página e pode ser repetido mensalmente, criando série histórica e aumentando a confiança institucional.

Aplicação municipal: escolha uma política pública (ex.: educação, saúde, assistência, obras) e produza um “pacote de transparência” com três peças: (1) indicador com fórmula e fonte, (2) nota metodológica curta, (3) canal de participação com devolutiva.

O controle social funciona quando há resposta: publicar, ouvir, explicar o que mudou e registrar encaminhamentos. Sem devolutiva, vira apenas “exposição” — e isso aumenta ruído em vez de confiança.

O que você vai aprender
Checklist do capítulo
Quadro de decisão
PerguntaDado mínimoProduto
O que divulgar?obrigações + demandasplano de publicação
Como medir?série mensal e fonteindicador
Como participar?canais e calendárioroteiro + ata
Laboratório 8 — Produto do capítulo
Resumo do capítulo (revisão rápida)
Questões
  1. Defina transparência ativa e dê 3 exemplos práticos.
  2. Explique o que torna um indicador ‘bom’.
  3. Escreva uma nota metodológica para um indicador de saúde.
  4. Liste 5 riscos de publicar dados sem explicação.

Notas didáticas

Use exemplos locais: escolas, UBS, contratos de limpeza, transporte escolar e obras. O método é o mesmo: objetivo + indicador + evidência + explicação + canal de participação.


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Capítulo 9 — Dados abertos e comunicação: do técnico ao didático

Do princípio à rotina

Dados abertos e comunicação: do técnico ao didático precisa sair do campo abstrato e virar rotina. Na prática, isso significa transformar princípios (legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência) em entregas verificáveis: relatórios simples, indicadores estáveis e explicações compreensíveis.

Quando a informação é publicada sem contexto, o cidadão não consegue concluir “está melhorando?” ou “piorando?”. Por isso, um bom padrão é sempre incluir: objetivo, fonte, período, unidade de medida, comparação (meta/série histórica) e limitações.

Este capítulo foca em dados abertos e narrativa. Você vai aprender um modelo que cabe em uma página e pode ser repetido mensalmente, criando série histórica e aumentando a confiança institucional.

Aplicação municipal: escolha uma política pública (ex.: educação, saúde, assistência, obras) e produza um “pacote de transparência” com três peças: (1) indicador com fórmula e fonte, (2) nota metodológica curta, (3) canal de participação com devolutiva.

O controle social funciona quando há resposta: publicar, ouvir, explicar o que mudou e registrar encaminhamentos. Sem devolutiva, vira apenas “exposição” — e isso aumenta ruído em vez de confiança.

O que você vai aprender
Checklist do capítulo
Quadro de decisão
PerguntaDado mínimoProduto
O que divulgar?obrigações + demandasplano de publicação
Como medir?série mensal e fonteindicador
Como participar?canais e calendárioroteiro + ata
Laboratório 9 — Produto do capítulo
Resumo do capítulo (revisão rápida)
Questões
  1. Defina transparência ativa e dê 3 exemplos práticos.
  2. Explique o que torna um indicador ‘bom’.
  3. Escreva uma nota metodológica para um indicador de saúde.
  4. Liste 5 riscos de publicar dados sem explicação.

Notas didáticas

Use exemplos locais: escolas, UBS, contratos de limpeza, transporte escolar e obras. O método é o mesmo: objetivo + indicador + evidência + explicação + canal de participação.


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Capítulo 10 — Laboratório final: plano anual de transparência e controle social

Do princípio à rotina

Laboratório final: plano anual de transparência e controle social precisa sair do campo abstrato e virar rotina. Na prática, isso significa transformar princípios (legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência) em entregas verificáveis: relatórios simples, indicadores estáveis e explicações compreensíveis.

Quando a informação é publicada sem contexto, o cidadão não consegue concluir “está melhorando?” ou “piorando?”. Por isso, um bom padrão é sempre incluir: objetivo, fonte, período, unidade de medida, comparação (meta/série histórica) e limitações.

Este capítulo foca em plano anual completo. Você vai aprender um modelo que cabe em uma página e pode ser repetido mensalmente, criando série histórica e aumentando a confiança institucional.

Aplicação municipal: escolha uma política pública (ex.: educação, saúde, assistência, obras) e produza um “pacote de transparência” com três peças: (1) indicador com fórmula e fonte, (2) nota metodológica curta, (3) canal de participação com devolutiva.

O controle social funciona quando há resposta: publicar, ouvir, explicar o que mudou e registrar encaminhamentos. Sem devolutiva, vira apenas “exposição” — e isso aumenta ruído em vez de confiança.

O que você vai aprender
Checklist do capítulo
Quadro de decisão
PerguntaDado mínimoProduto
O que divulgar?obrigações + demandasplano de publicação
Como medir?série mensal e fonteindicador
Como participar?canais e calendárioroteiro + ata
Laboratório 10 — Produto do capítulo
Resumo do capítulo (revisão rápida)
Questões
  1. Defina transparência ativa e dê 3 exemplos práticos.
  2. Explique o que torna um indicador ‘bom’.
  3. Escreva uma nota metodológica para um indicador de saúde.
  4. Liste 5 riscos de publicar dados sem explicação.

Notas didáticas

Use exemplos locais: escolas, UBS, contratos de limpeza, transporte escolar e obras. O método é o mesmo: objetivo + indicador + evidência + explicação + canal de participação.


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Anexos (modelos)

Modelo — Ficha de indicador
Modelo — Nota metodológica (curta)
  1. Objetivo
  2. Fonte
  3. Período
  4. Método
  5. Limitações
Modelo — Roteiro de audiência

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Contracapa

Responsabilidade, Transparência e Controle Social no Setor Público transforma princípios de responsabilidade e transparência em rotinas aplicáveis no município: indicadores, painéis, notas metodológicas, audiências, ouvidoria e modelos prontos para publicação. Com linguagem didática, o livro ajuda a construir confiança pública e fortalecer o controle social.

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